Um passageiro foi retirado de voo em Guarulhos após acionar porta de emergência de forma indevida, antes da decolagem de um avião da Gol Linhas Aéreas no Aeroporto Internacional de São Paulo (Guarulhos) na noite de segunda-feira (19). O incidente aconteceu durante o procedimento de embarque do voo G3 1914, que tinha destino a Vitória da Conquista (BA), e chamou a atenção por provocar um atraso significativo e a intervenção das autoridades.
De acordo com a companhia aérea, o passageiro abriu a porta de emergência antes da partida programada, o que é uma violação grave dos procedimentos de segurança e exige uma resposta imediata para proteger todos os ocupantes e a operação. Por esse motivo, a tripulação interrompeu o embarque e acionou a Polícia Federal, que acompanhou a retirada do homem da aeronave no solo.
Após a remoção do passageiro em que um passageiro é retirado de voo em Guarulhos após acionar porta de emergência, a aeronave acabou decolando somente às 0h01 de terça-feira (20), cerca de duas horas depois do horário previsto. O atraso se refletiu no horário de chegada do voo, que pousou na Bahia por volta das 2h03, gerando transtornos para os demais passageiros.
A Gol informou ainda que todos os protocolos de segurança foram seguidos de acordo com as diretrizes estabelecidas para situações em que dispositivos de emergência são utilizados de forma indevida. A ativação ou tentativa de ativação de portas de emergência em solo ativa automaticamente procedimentos de verificação e manutenção que impedem a decolagem até que a aeronave seja checada.
Em situações como essa, as companhias e as autoridades aeroportuárias não divulgam publicamente a identidade dos envolvidos, mantendo a privacidade enquanto o passageiro permanece sob responsabilidade da Polícia Federal para as providências legais cabíveis. Medidas disciplinares ou criminais podem ser avaliadas de acordo com os regulamentos de aviação e a legislação em vigor.
Especialistas em transporte aéreo destacam que protocolos rigorosos sobre o uso de saídas de emergência existem para evitar riscos de segurança, mesmo quando o avião ainda está no solo. O acionamento inadequado de mecanismos de segurança exige inspeções técnicas e pode resultar na suspensão temporária da operação até que todos os sistemas sejam liberados novamente.
O episódio em que um passageiro é retirado de voo em Guarulhos após acionar porta de emergência reforça a importância da conscientização de passageiros sobre normas de segurança de voo e as consequências de ações que interferem com o funcionamento seguro de aeronaves. Essas regras são fundamentais para proteger vidas e manter a confiança no transporte aéreo.
Autoridades e companhias aéreas seguem atentos a esses eventos, aplicando sempre os protocolos de segurança e colaborando com as forças de segurança para garantir que casos semelhantes sejam tratados com o rigor previsto nas normas internacionais de aviação civil.
Autor: Eslovenia Popova
